sexta-feira, agosto 22, 2008
quinta-feira, agosto 21, 2008
Enredo do meu samba...
De volta ao Grupo Especial do Rio de Janeiro, o Império Serrano irá cantar, em 2009, um de seus mais conhecidos sambas de enredo, que foi eternizado pela voz da cantora Marisa Monte. Será que Marisa irá fazer uma participação especial no próximo cd do grupo? sábado, agosto 16, 2008
Manga Rosa

Nesse espaço pra lá de democrático é que a casada vai desfilar sua produção de gosto duvidoso, os boys adquirem os novos funks cariocas, as cachorras aproveitam o Sol para compor seu visual assanhado, extravagante e muito peculiar.
As senhoras atualizam a conversa, os feirantes cativam seus fregueses, as frutas cheiram docemente, os peixes são frescos, mas “fedem”, o pastel do japonês lota, assim como, as barraquinhas dos produtos made in China.
Balangandãs para os cabelos, bolsas, roupas infantis, acessórios para as panelas, telas muitas com imagens de Jesus Cristo e se você procurar bem é até capaz de encontrar aqueles quadros clássicos, em que dinossauros colossais dividem espaço com automóveis em cenários urbanos.
Como a época é de campanha eleitoral, santinhos eram “distribuídos a rodo” pelos correligionários e simpatizantes dos candidatos aos cargos de prefeito e vereador. (Fiz questão de pegar as papeletas e ver se encontrava alguma irregularidade, mas todos traziam o CNPJ da gráfica e do candidato).
É muito legal observar aquele seu amigo (a) de infância ou conhecido de algum lugar do bairro, a troca de olhares é sempre inevitável, até porque o ser humano tem esse vicio de “pôr reparo” no outro. Ver se você está gordo, magro, casado, com filhos, sem filhos.
Entre essas pessoas, está a Elaine [estudou comigo no colegial] que agora modernizou o seu carinho de sorvete e para poupar sua voz fez uma gravação, em que divulga o valor do seu “ganha pão.”
Ora veja você, entre os anônimos da feira livre, uma celebridade pedia votos. A ex-prefeita e ex-deputada federal Angela Guadagnin, que tenta reconquistar uma vaga na Câmara dos Vereadores. Com um ar mais contido do que na época da famosa “dancinha” tenta fazer brilhar mais uma vez a sua estrela.
E, por falar em manga rosa, o cheiro marcante do fruto vindo da Índia tomou conta do ambiente marcado literalmente pela diversidade.
quinta-feira, agosto 14, 2008
China in Box
E o mundo se curva perante os encantos da China. Um quê de repressão, um quê de ostentação, mas como diz o dito “Quem não tem olho grande não entra na China.”Varrendo as mazelas pra baixo do tapete, o gigante asiático abre seus portões e portais ao mundo. Nem tanto. Ele deixa as portas semi-abertas, até porque é preciso manter o estilo e preservar a cultura milenar de um povo que está acostumado a seguir sem questionar.
Dizer que o espetáculo de abertura seria um show é praticamente “chover no molhado.” Os caras são bons na construção do coletivo copiado, idêntico e sincronizado. Os ritmistas tocando tambor é a prova mais clara desse coletivo. Até tentei ver se alguém saia do ritmo, ou levantava mais o braço que o outro, mas foi quase impossível perceber falhas.
Parece que o mundo embasbacado com as maravilhas de lá, fica tentando achar erros para criticar o momento, que dificilmente será superado por outro país. Fica para Londres a missão de mostrar algo mais comovente ou mais tecnológico, como queira.
Alguns momentos me lembraram o trabalho da nossa carnavalesca Rosa Magalhães, que no carnaval dos 500 Anos do Brasil, visitou todos os países que eram explorados pela coroa portuguesa, na época do descobrimento.
Sobre os gastos públicos é um absurdo sem dúvida, mas como o sistema chinês não dá ao seu povo o direito de se sentir dono de sua própria riqueza monetária, fica aí a lição para os capitalistas e principalmente para o contribuinte brasileiro, que deve estar atento e não apenas empolgado com essa iminente possibilidade de sediar o espetáculo.
A sensação mundial criada pelas Olimpíadas é como se o evento se tornasse a grande panacéia do mundo. Todos são iguais, não há pobreza, não há mudanças climáticas, não há desemprego. Só esse clima de paz universal. Por outro lado, a gente precisa dessas distrações para ir tocando o barco. Enquanto isso, os atletas buscam ser ou o mais rápido, ou o mais forte, ou o mais alto.
Eu ainda prefiro um China in Box e de brinde um biscoito da sorte, com alguma mensagem reflexiva positiva. [Risos]
sexta-feira, julho 18, 2008
Existe mesmo a pessoa certa?
Depois de algumas horas falando sobre o tema, cheguei a uma conclusão que pode ser momentânea, pois no campo das relações pessoais e dos relacionamentos não há um instante congelado e definitivo. Enfim, não existe a pessoa certa, não nos moldes lúdicos e poéticos imaginados na adolescência, e sim uma imagem de aceitação criada ao longo do convívio e das descobertas.
O casamento clássico já não existe com tanta freqüência, não que ele tenha deixado de ser um contrato social. Porém, hoje, há uma flexibilidade no momento de decidir, a escolha é feita pelas pessoas envolvidas e não mais obrigatoriamente por uma imposição familiar pontuada pela concessão de dotes e o fortalecimento dos interesses em muitas vezes puramente comerciais.
Porém, a liberdade de escolha trouxe consigo outros complicadores. Há uma corrente forte dos que não querem assumir compromisso com ninguém, até por a sociedade encara com mais naturalidade os “solteirões” e “solteironas” de plantão, que por uma série de fatores adiaram o matrimônio ou por terem ojeriza mesmo de dormir e acordar ao lado da mesma pessoa todos os dias.
Há aqueles que por terem tanta liberdade de escolha se perdem na diversidade, ou colocam à frente de seus sentimentos rótulos sociais e padrões criados pela moda e até mesmo pelo status social. Esse tipo de pessoa sempre que se interessa por alguém, fica preocupada com o que os outros irão dizer e ate mesmo pensar a respeito e perante tanta insegurança preferem assumir um comportamento meio kamizake. Nesse caso, ou permanece solteiro ou mergulha de cabeça na primeira relação que pintar, pagando o preço de sua escolha e muitas vezes se reduzindo ao papel de coadjuvante das vontades do parceiro (a).
A idéia não é questionar esse ou aquele individuo, e sim refletir se vale a pena viver em função da pessoa certa, ou buscar um amor de verdade, que pode ser a pessoa errada ou muitas vezes completamente diferente daquele padrão que foi imaginado, sonhado e desejado. Seria talvez uma questão a ser pensada de forma adulta e com muito desprendimento para romper qualquer barreira, e principalmente os paradigmas pessoais e as vaidades amparadas em preconceitos.
Enfim, a pessoa certa pode ser aquela que traz consigo não o amor instantâneo, a paixão a primeira vista, mas sim a afinidade, a conversa amigável, a admiração e o sentimento construído e conquistado a longo prazo, no decorrer da relação. Dentro de uma situação que pode começar na amizade, através de um gosto pessoal em comum, de uma mensagem eletrônica interpretada de uma forma diferente e também pela simples atuação do destino, que move, modifica, cria e recria situações entre as pessoas.
E assim vai....
E a vida segue...
terça-feira, julho 15, 2008
Caos real e virtual
quarta-feira, julho 02, 2008
O mais novo "Garanchoso"




Fonte: www.band.com.br/parintinsO espetáculo é simplesmente interessante em vários aspectos, a começar pela forma com a história é contada, a divisão dos atos e a superprodução para receber as principais estrelas da festa e como a celebração é para o Boi, ele é o personagem cênico mais aguardado e festejado.
FESTIVAL - O primeiro dia da apresentação dos Bois Garantido (vermelho e branco) e Caprichoso (azul e branco) foi marcado por surpresas e metamorfoses plásticas de efeito arrebatador. Ao mesmo tempo em que me encantava com esse novo tipo de sonoridade, que me lembrou em muito o boi do Maranhão, ia me deixando seduzir pela beleza das roupas, versatilidade da montagem dos cenários e a complexidade do enredo, que é recheado do misticismo originado pela mistura do indígena com europeu e o africano.
A musicalidade é um capítulo a parte, pois o som produzido não é tão pesado como o “tum” “tum” “tum” das escolas de samba, o que facilita acompanhar o ritmo que é muito bem marcado pela galera nas arquibancadas do bumbódromo.
Cada apresentação é limitada ao tempo máximo de 2 horas e 30 minutos. E, nesse ínterim, adentram a arena o Boi, a Rainha do Folclore, a Sinhazinha, a Cunhãporanga e o Pajé. Além, do Pai Francisco, da Mãe Catirina, do Amo do Boi e do mestre de cerimônia que são os primeiros a entrar em cena.
A segunda noite foi pontuada pelo misticismo e por alegorias ainda maiores. Os seres mitológicos da floresta invadiram a arena com suas cores vibrantes e efeitos de fazer cair o queixo. O melhor momento foi quando o cantor de toadas do Boi Garantido cantou “Vermelho” que foi gravada e divulgada pela cantora paraense Fafá de Belém.
O Caprichoso iniciou as apresentações da última noite e reafirmou sua imagem de Boi Luxuoso, enquanto o contrário é o Boi do Povão. Entre as lendas apresentadas, a da Mandioca, que me lembrou os trabalhos escolares clássicos do mês de agosto, mês do folclore.
COMPREENSÃO – A princípio achei que seria mais difícil entender o desenvolvimento cênico do festival, mas os anos de carnaval me deram algum “feeling” pra não ficar viajando tanto. Como o boi foi importado do Nordeste do país, a história central é a mesma, o que muda é o enredo, que é tão fantasioso e lúdico como o próprio carnaval.
COBERTURA – Sobrou boa vontade, mas faltou técnica na cobertura e principalmente na apresentação. Embora o Datena tenha se cercado de bons comentaristas (um de cada boi e Milton Cunha nos comentários artísticos) ele acabou excedendo na euforia em muitos momentos, o que tornou sua presença cansativa e maçante. Ele é bem intencionado, mas parece que esquece que o espetáculo é audiovisual por si só. O espectador precisa apenas da informação necessária e não de uma chuva de adjetivações.
INFLUÊNCIAS – É muito positiva a troca que vem acontecendo entre o Boi do Amazonas e o carnaval do Sudeste. Digo Sudeste, devido ao fato do Rio de Janeiro e de São Paulo ter em seus efetivos artistas parintinenses, o que tem feito com que as alegorias do Sul ganhem em tamanho, mas principalmente em movimentos mecânicos que são viabilizados por meio da instalação de cabos de aço.
COMPARAÇÃO – É tolice comparar os espetáculos, embora seja quase irresistível traçar tais comparações. Durante a transmissão muitas similaridades e pontos positivos de um sobre o foram apontadas. Porém, penso que o mais sensato a fazer é respeitar as características regionais de um e observar os efeitos midiáticos e internacionais do outro.
FUTURO – O contrato para transmissão em canal aberto é até 2.010. Nas sonoras gravadas nos três dias de festival, os políticos da região já apontaram os planos futuros para o evento, que atualmente comporta 35 mil pessoas nas arquibancadas (0800). Com essa divulgação a festa promete extrapolar as barreiras da mata e ganhar ainda mais o Brasil e o mundo.
MARKETING – Para atender aos consumidores locais e divulgar suas marcas, as empresas não pouparam mimos. Todos os patrocinadores modificaram as cores de suas logomarcas para atender os requisitos de separar muito bem, o azul e branco do vermelho e branco.
PASSADO – No carnaval de 1997, a X-9 Paulistana fez um enredo sobre a Amazônia e citou o Garantido e o Caprichoso. No ano seguinte, os Acadêmicos do Salgueiro lançaram um compact disc independente com o enredo sobre o Festival de Parintins. O samba de enredo foi pouco divulgado, pois não saiu com os demais, mas na avenida a escola promoveu uma grande transformação visual ao absorver para si vários elementos da cultura amazonense. Entre os destaques, a escultura de um Mapinguari gigante feito do mesmo material utilizado nas cabanas dos caboclos e índios.
INEDITISMO - Quando se diz que o Brasil não conhece o Brasil, o que me resta é concordar em gênero, número e grau. Pois, a transmissão em rede nacional do evento levou 43 anos para acontecer, sendo que o boi é celebrado em Parintins há 95 anos. Mas, antes tarde do que nunca.
Que venha o próximo, pois como novo “Garanchoso” eu já reservei o último final de semana de junho para acompanhar as toadas, as pajelanças e evoluções dos bois parintinenses e agora brasileiros.
Enredo do meu samba...
Da Natureza.
Da Pré-história.
De árvores, troncos e peles.
Que vibra, comunica.
Que pulsa.
Dá ritmo à vida.
Tocado, dobrado, sentido.
Ancestral, ritual.
Dos deuses.
Tribal, africano.
De raiz, da raça, da cor.
De culturas.
De povos.
Do Oriente, do Ocidente.
Da arte e do vigor.
De História.
De glórias e vitórias.
De crenças e mitos.
De celebrações.
Místico.
Sagrado.
De cultos e religiões.
De fé, de festa.
Que cura a alma e alegra o corpo.
Folclórico.
De Caboclinho, Ciranda e Bois.
De Crioula.
De Ijexá.
Da coroação.
Do Maracatu.
Da Marujada, Congada, Carimbó.
Do Maculelê, Jongo e Caxambu.
Do Reisado, do Forró, do Xaxado.
De Roda. Do Partido. Do Quintal
Moderno, contemporâneo.
Da inclusão.
De lata.
Olodum, Afroreggae, Timbalada.
Do Carnaval, das escolas, das baterias.
Repiques, pandeiros e caixas.
Taróis, tamborins, surdos de marcação.
De magia.
De samba.
Furioso.
Dos Mestres.
Do Mestre.
Da Academia.
Do Mundo.
Da Vida.
Do Coração.
Tambor.
Renato Lage e Diretoria Cultural
sexta-feira, junho 27, 2008
Enredo do meu samba...

Mais uma sinopse para o próximo carnaval acaba de sair do forno. Agora é a vez dos Acadêmicos do Grande Rio contar como estão se preparando para narrar o ano da França no Brasil, que será comemorado em 2009. O texto escrito pelo jovem carnavalesco Cahê Rodriguês recebeu o apoio do médico e historiador Hiram Araújo, que foi [e continua sendo] um dos grandes pesquisadores do carnaval carioca.
O texto passa claramente a idéia de como será desenvolvido o desfile da escola. Para dar o impacto visual necessário o luxo do Palácio do Rei Luís XVI [Rei Sol] estará representado já no primeiro setor.
Não é um enredo inédito do ponto de vista dos recortes que se seguem. A escola irá representar os momentos em comum, que marcam o elo França-Brasil. O lema da Revolução Francesa que foi inspirado na vida dos indigenas brasileiros, a Belle Époque do prefeito Pereira Passos, a missão francesa, a França Ántartica e até Santos Dummont são citados dentro da sinopse.
Embora não seja inédito, o enredo me soa bem. Ainda mais para uma agremiação como a Grande Rio, que nos últimos anos tem feito desfiles bons plasticamente, mas fracos de conteúdo. Uma repetição de temas patrocinados que até foram de certa forma bem desenvolvidos, mas não chegam perto da habilidade de outras agremiações em transformar patrocínio em carnaval sem referências diretas ao mecenas.
Espero que com essa viagem europeía-brasiliana seja desenvolvido um carnaval melhor, com um samba realmente bom, rico em melodia e letra, bem estruturado e sem tantos chavões e firulas. Au revoir!
Imagem do Dia
"Balões vermelhos são vistos nas areias da praia de Copacabana, zona sul do Rio, nesta sexta-feira, em protesto da ONG 'Rio de Paz'; a idéia é a de simbolizar as pessoas que poderão morrer, até o fim do ano, vítimas da violência no Rio de Janeiro."
quinta-feira, junho 26, 2008
quarta-feira, junho 25, 2008
Fimose cerebral

Do que eu vi ou li algumas coisas me deixaram feliz, outras nem tanto. A leitura inicial das sinopses da Mangueira e da Beija-Flor foram coisas que me deixaram empolgado. A primeira vai contar a formação do povo brasileiro, mas sem as afetações clássicas. A inspiração da escola vem dos estudos de Darcy Ribeiro. A Beija vai mergulhar na história do banho e pra terminar como é de praxe o banho de axé. Saravá!
Finalmente a história da GM de São José dos Campos teve um desfecho favorável aos trabalhadores. Depois de tanto apanhar da opinião pública, o Sindicato dos Metalúrgicos pode, enfim, comemorar e impedir que o banco de horas tão aplicado no comércio se torne uma realidade dentro das fábricas. Enfim, os 600 postos de trabalho temporário serão abertos, mas sem que os direitos conquistados e garantidos pelas lutas sindicais sejam atropelados pelo aumento da produção e a necessidade incessante de visar apenas os lucros.
O valor da antecipação da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) da GM também foi uma notícia que me deixou feliz. R$3.500 dinheiros! Quem não quer? Sem a necessidade de descontar 10%, dá até pra fazer uma extravagância. Risos.
Gostei de ver e ouvir o jornalista Fernando Morais relatar sua experiência de escrever sobre o escritor, mago, músico e estranho Paulo Coelho. Nunca li um livro dele, mas biografias são interessantes por si só. Ainda mais de um cara tão cheio de altos e baixos.
Entristeceu-me saber que encenar o caso Nardoni está virando moda. A versão joseense não foi “bem sucedida.” Sorte do garotinho. Agora alegar insanidade mental mais uma vez é a saída. Vivemos num país de loucos. Fechem as cadeias e abram mais manicômios.
Buaaaá! Não consegui ver nada do SPFW. Estou arrassado...(Risos). Em compensação ri muito com as dicas da Leandra Borges (Ingrid Guimarães) ela sozinha é muito mais engraçada. Observando a propaganda do shampoo que tem a Gisele como garota propaganda, fica claro de onde ela tirou aquele sotaque...
Ano passado ter uma caderneta de poupança era algo mais importante do que ter um carro, mas com a volta do dragão, nem se fala mais dela. A compra da casa própria por meio de financiamentos da Caixa Econômica também foi rapidamente abafada. Muitas propagandas sumiram rapidamente da TV. O mercado reage muito rápido aos descompassos da economia brasileira e mundial. Isso é uma notícia que me deixou espantado.
Para fechar em alta! Receber uma resposta positiva é sempre uma boa notícia. Temos essa necessidade de equilíbrio de alimentar nossas esperanças. Deve ser por isso, que foi criado o happy hour. Para extrair de um dia aborrecido alguns momentos de luz.
Ah! Não se esqueça! Agora bebeu! Fudeu!!!
Texto originalmente publicado [por mim] no blog Menta Rosa











































