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Imagem do Dia
quarta-feira, maio 14, 2008
terça-feira, maio 13, 2008
Pobrezinha da Isabel

Pobrezinha da Isabel, pois mal sabia ela, que várias outras formas de escravidão habitariam o gigante adormecido ao longo dos anos. Entre alguns exemplos, a prostituição infantil, da mulher e do próprio homem, o trabalho escravo nos vários segmentos da atividade econômica, no campo, na indústria até fora do país, pois, somos excelentes produtores de mão-de-obra para Europa, América do Norte e assim vai.
No centenário da abolição, em 1988, a Estação Primeira de Mangueira levou pra Sapucaí o enredo “Cem Anos de Liberdade, Realidade ou Ilusão”, em um dos trechos da obra composta pelo trio Hélio Turco, Jurandir e Alvinho, uma afirmação, que infelizmente reflete a realidade: “Pergunte ao criador, Quem pintou esta aquarela, Livre do açoite da senzala, Preso na miséria da favela.”
Criam-se mecanismos de inclusão para que todos tenham um lugar ao Sol. Com isso, cresce o assistencialismo, um leque de oportunidades, que arregala os olhos do terceiro setor. Para uns está tudo ótimo, para outros sobreviver à sombra do paternalismo é uma vantagem bastante recompensadora do ponto de vista das facilidades oferecidas e da lei do menor esforço.
Estabelecem-se cotas e nesse pacote todas as minorias são encaixotadas, ou melhor, viram fatias do mercado, clientes preferenciais de empresas de alta performance e visão estratégica de mercado, ou como queiram arrojadas e com uma missão, que só de ler nas placas que decoram a recepção, nos arranca lágrimas de emoção.
Meu único medo é que no futuro (amanhã ou daqui a 5 minutos) essa divisão do mundo, não nos obrigue a viver em quilombos modernos, com representações do líder Zumbi, em várias cores, preferências sexuais, ou religiosas. Até porque a intolerância em qualquer grau pode ser considerada como uma forma de cerceamento da liberdade, ou seja, uma escravidão maquiada, que atinge os seres humanos nessa complexa convivência em sociedade.
sexta-feira, maio 09, 2008
Manchete do Dia
terça-feira, maio 06, 2008
História em Monumentos
segunda-feira, maio 05, 2008
Reprodução

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terça-feira, abril 29, 2008
segunda-feira, abril 28, 2008
A Mangueira chegou...
Não tinha me atentado ao fato de que o Grêmio Recreativo Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira é assim como eu, do signo de touro. Grata coincidência.
Embora sejamos vítimas de várias criticas e reduzidos a estereótipos clássicos. Nós taurinos somos, antes de qualquer tentativa de nos colocar pra baixo, seres humanos de muitas qualidades.
Entre as qualidades que posso citar da Mangueira, está o fato de ser elegantemente tradicional, sem perder o ar vanguardista. Quando no carnaval de 2005, tentaram dar um ar modernista (hightech) ao desfile da verde e rosa, foi um verdadeiro desastre visual.
Celeiro de bambas, terra de compositores fantásticos, um lugar que imagino ser cheio de encantos e desencantos, mas a vida é assim, uma sucessão de risos e lágrimas, dias e noites, paz e guerra.
Dos carnavais que trago na memória, não vou ser politicamente correto, nem historicamente linear. Vou dizer o que vier na hora, sem grandes pesquisas, pois a memória é um banco de dados naturalmente catalogado e etiquetado.
Decepcionei-me com o enredo sobre Tom Jobim, pois o achei esnobe demais ao recusar falar da emoção que sentiu ao ser homenageado. Alegrei-me ao ver Chico Buarque subir no carro de som e cantarolar algumas notas, mas não gostei da plástica do desfile. Porém, no ano seguinte fui tomado de amor pelo Século do Samba, que me arrebatou de uma forma nunca imaginada, mas o título ficou na saudade.
Arrepiei-me ao ver o feto representando Dom Obá, o rei da ralé, no carnaval dos 500 anos e me comovi com o choro da destaque, que vestida de Princesa Isabel teve que interromper seu sonho de ser parte da nobreza por uma noite, pois seu carro alegórico havia quebrado.
Atravessei os caminhos da Estrada Real, discordei, mas me impressionei com o belíssimo enredo sobre o Rio São Francisco, as homenagens ao Nordeste e também com o gigantismo das alegorias do antigo Egito no desfile sobre a saga de Moisés e dos dez mandamentos.
Sem contar a voz potente de Jamelão que é um capítulo, que merece destaque nessa epopéia criada, vivida e narrada pela agremiação nesses 80 anos de existência, persistência e valentia.
Avante Mangueira! Avante Brasil!
domingo, abril 27, 2008
O terremoto
Revirando o baú
Are you ready to fly era um daqueles hits, que detonava as pistas de dança, dos idos tempos da década de 1990. Interpretado por Rozalla, a música do estilo conhecido como dance music, merece ser lembrada, até porquê com essa onda de remakes, o clássico já ganhou uma nova roupagem.














































