sexta-feira, março 14, 2008
Texto do Dia
quinta-feira, março 13, 2008
quarta-feira, março 12, 2008
terça-feira, março 11, 2008
Aquaplay
segunda-feira, março 10, 2008
Almirante Negro

Embora, no outro lado da matéria a Marinha tenha negado o papel de João Cândido na suposta revolta, que foi abafada ao longo dos anos, pela história oficial. O almirante negro já caiu nas graças do povo. Mesmo, que os livros de história tardem a exaltar seu papel heroíco.
Como tudo ou quase tudo acaba em samba. Vale recordar o samba de enredo do Camisa Verde e Branco, que em 2003, cantou a saga de João Cândido Felisberto.
Orgulhosamente a Verde e Branco vai passar
Abram alas que a minha história eu vou contar
Sou o Almirante Negro, um bravo Feiticeiro,
O Grande Dragão do Mar
Não é ilusão o que vocês veram
A Marinha tinha preconceitos e injustiças
E nos Pampas minha infância foi trocada
Por batalhas imortais, me revoltando
No Navio Minas Gerais
O lamento se escondia la laia } BIS
E na chibata do senhor
O movimento de revolta se expandia
O mundo inteiro com a anistia aclamada
Na Ilha das Cobras a vingança foi voraz
Ignoraram a bandeira da paz
E o sofrimento rumo à Amazônia
Selava destinos, fim da vida ou escravidão
Glória ao nosso povo brasileiro
Meu sonho hoje é verdadeiro
Sou Mestre-sala, João Cândido, o guerreiro
Vem nesse mar de amor amor } REFRÃO
Sou Barra Funda sou samba no pé
Gira baiana seu gingado tem axé
domingo, março 09, 2008
Um ode a periferia

sábado, março 08, 2008
sexta-feira, março 07, 2008
quinta-feira, março 06, 2008
IR

quarta-feira, março 05, 2008
DPC
A inesquecível comissão de frente de Carlinhos de Jesusterça-feira, março 04, 2008
Tudo bem?
Tem aquele dito popular que diz: "Tudo o que sobe, desce." Será que não tem como fazer um adendo pra tentar salvar a galera? Tipo assim: "Tudo o que sobe desce, mas com segurança." Deixo aqui minha sugestão. Se não daqui a pouco veremos na telinha da HDTV (risos) campanhas de educação do trânsito aéreo. Eu que nem tirei meu brevê na Terra, estou ficando preocupado com tanta coisa caindo do céu.
Mundo Animal?
segunda-feira, março 03, 2008
Olha a dança!!!
domingo, março 02, 2008
Águas de março (Tom Jobim)

É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
É peroba no campo, é o nó da madeira
Caingá candeia, é o matita-pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mao, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto um desgosto, é um pouco sozinho
É um estepe, é um prego, é uma conta, é um conto
É um pingo pingando, é uma conta, é um ponto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manha, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã
Pena que as chuvas têm feito tantos estragos por aí! Daí acabam bastante com a visão romântica das Águas de Março.
Mais uma do PB
Não é a primeira vez que a Viradouro recorre as reedições. No campeonato de 2004, o enredo da escola era sobre o estado do Pará. Mas, no meio da disputa de sambas, o presidente resolveu cancelar o concurso e optou pelo samba da Estácio de Sá de 1974 - Festa do Círio de Nazaré.
A decisão da escola já mexeu com os brios dos torcedores (digo torcedores nos dois sentidos, os que torcem a favor e contra também). Mas, ainda é cedo amor! Deixa as águas de março fecharem o verão. Pois até meados de 2008, há muita coisa pra acontecer. De repente a Viradouro muda de opinião, de repente não.
Como a curiosidade é a maior que tudo. Fico aqui maquinando. Pra falar de Bahia é preciso ter muitos balangandãs, adereços e principalmente acabamentos impecáveis nas alegorias, adereços e fantasias. Paulo Barros aparentemente tem se mostrado avesso a todos esses "flu flus." Justamente por essa visão contrária ao exagero ele é criticado todos os anos. Como será ver uma Bahia sem plumas, sem rendas, colares, tabuleiros e palha?
Ou será que de tanto levar porrada dos jurados e dos críticos, o artista resolveu se juntar a maioria? Tantas perguntas no ar. Mas, as respostas ficam pra 2009, ou quando um novo vento trouxer notícias dos próximos passos de PB.
Ah! Recentemente o samba "Bahia de Todos os Deuses" deu o tom para o desfile da Tradição. Escola que esse ano resolveu reeditar sua própria trajetória no carnaval. No carnaval desse ano, revisitaram seus anais: o Império Serrano (que reeditou o enredo a respeito de Carmem Miranda, mas optou por um novo samba) e a Vila Isabel, que reeditou apenas o tema do enredo: Trabalhadores do Brasil, até porquê no ano que a escola desfilaria o enredo, por causa da chuva a Vila nem se apresentou.
quarta-feira, fevereiro 27, 2008
Falando em música...

Vitrola

terça-feira, fevereiro 26, 2008
E a dança não pára...
A animada dança das cadeiras continua no Rio de Janeiro. Profissionais insatisfeitos; carnavalescos que mudam de escola; escolas que perdem artistas competentes. Mas mantém dirigentes não tão competentes assim. E, assim vai (...) até abril o ranger das cadeiras deve pautar os bastidores da recém escolhida melhor festa do mundo -- o carnaval carioca. Até porque, os mais organizados já devem berrar seus enredos pouco depois da quaresma, quando a coisa já começa a se aprumar novamente.quinta-feira, fevereiro 21, 2008
120 Anos - Abolição Inacabada

quarta-feira, fevereiro 20, 2008
E a dança continua...

terça-feira, fevereiro 19, 2008
Dança das Cadeiras
Site O Dia na Foliasegunda-feira, fevereiro 18, 2008
Imagens do Samba
domingo, fevereiro 17, 2008
O incomparável
Daniel Faria - Baianas do Império de Casa VerdeNem vou entrar no detalhe de cada uma, pois, é preciso muito relato histórico para exemplificar a diversidade e a pluralidade que envolve os desfiles da cada um dos estados citados anteriormente.
A única coisa que pretendo dizer é que o carnaval de São Paulo, o qual só comecei a acompanhar, em 1997, (...) este ano conquistou em definitivo a minha simpatia e admiração. Ver as escolas de samba de perto foi uma experiência inesquecível e muito prazerosa.
Não dizer que o Vai Vai era a favorita é burrice, a agremiação veio com uma força avassaladora, um verdadeiro rolo compressor. A Mocidade Alegre tinha o melhor samba – a melhor fusão entre duas obras, que já ouvi. Já a Rosas de Ouro trouxe um momento mágico pra avenida, com carros de muito bom gosto -- lindos de se admirar por horas.
A Vila Maria desfilou de forma gigantesca, mas acho que ainda falta melhorar a comunicação com o público. Quem já pisou na avenida sabe que é importante a troca entre componente e arquibancada. Em resumo, essa troca é o que empolga as arquibancadas.
As escolas têm dois trunfos (cartas na manga) ou são entidades respeitadas e veneradas, ou são comunicativas e simpáticas. No time das entidades veneradas estão: o Vai Vai, a Nenê de Vila Matilde, o Gaviões da Fiel e a Mancha Verde. Já no time do “salve simpatia” estão: a Rosas de Ouro, a Águia de Ouro e até o Camisa Verde e Branco, que mesmo sendo uma escola tradicional, tem mais força em seu chão, do que no poder de impressionar com alegorias e fantasias estonteantes.
A divulgação do resultado -- a famosa abertura dos envelopes -- mostrou que o carnaval de São Paulo está super equilibrado. A “surpresa” foi a presença da Tom Maior, entre as campeãs. A escola teve muita competência (apresentou um desfile técnico). Mas, contou também com o fator sorte, pois se o Império de Casa Verde não tivesse tido tantos problemas com as alegorias, com certeza a vaga entre as cinco primeiras seria do tigre.
Parafraseando Leci Brandão, foi um carnaval divisor de águas. Mas, em minha concepção e diante de minhas observações, o que mudou não foi só tamanho dos carros. As fantasias das alas foram mais bem elaboradas. Sendo que muitas eram de fácil compreensão, que é uma característica importante para o entendimento da mensagem.
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
Bom é recordar
terça-feira, fevereiro 12, 2008
Carnaval é isso aí
Muita gente estava envolvida nessa árdua tarefa de desassociar as agremiações do tráfico de drogas, do jogo do bicho e dos negócios escussos. Um discurso meio puritano demais, ainda mais no universo do samba, marcado pela presença dos patronos, que estão longe de ser santos, digo na essência da palavra santidade.
Pois, bem todo o cenário foi montado, os ensaios técnicos aconteceram, as fofocas e a escolha dos jurados -- algozes para alguns -- redentor para outros. A sensação estranha da temporada foi a escolha de Bruno Chateaubriand como jurado, até então, -- tudo bem.
As luzes da Sapucaí se acenderam, as portas invisíveis, mas presentes foram abertas para a São Clemente, que beneficiada pelos incentivos “reais” da Família Real de César Maia, mostrou sua versão da chegada dos nobres lusitanos.
Não era um carnaval de grandes favoritas, pois, a pré-temporada havia sido aparentemente morna nas páginas do ‘WWW.’ O enredo da Beija-Flor era mais uma viagem fabulosa a algum lugar abaixo da linha do Equador, o samba “frankstein”, da Vila -- o mais criticado, a Porto da Pedra vinha morna, como sempre, a Portela atrasada e a Mangueira “frevando”, pra escapar das polêmicas.
O carnaval chegou às ruas, na tela da televisão, seja de plasma ou cheia de ectoplasmas, enfim chegou. Chegou e passou rapidamente e não é que deu Beija-Flor novamente? Com um enredo meio estranho, com um samba meio “Deja Vu”, mas que rendeu outro campeonato, que me deixou com cara de carnaval 2005, quando ela cantou a história das Missões e fiquei sem entender nada da lição. Levei “0”em enredo naquele ano.
No que tange as subversões: Paulo Barros conseguiu levar o Kama Sutra pra avenida, que, em 2004, foi barrado no enredo sobre a camisinha de J30. Mas, não levou o holocausto, pois, foi barrado pelos judeus, que se sentiram incomodados com tanta perversidade estética.
A Portela ousou! Como num passe de mágica, anos de tradição foram colocados de lado – o primeiro setor da escola foi realmente de tirar o chapéu. A Mocidade bem que podia ter ousado, mas ela ainda precisa ressuscitar.
A carnavalesca Rosa Magalhães parece que está a fim de esquecer os anos de exílio e tomar o barco da volta pra fincar os pés em terra firme. Os salgueirenses estão quase lá. Faltou um pouco mais de sorte. Se é que essa palavra cabe aos desfiles das escolas de samba.
Agora é o período de entre safra, hora de rolar cabeças, de receber prêmios, de esperar a divulgação das justificativas, que na verdade justificam, mas não convencem muito, nem presidentes, quiçá torcedores. Mas enfim, -- carnaval é isso aí – 365 dias do ano – 24 horas por dia – 7 dias por semana.
Ah! As peladas sempre existirão, afinal de contas essa é a vitrine ideal para elas. Seja ao lado de um presidente da República, de um jogador de futebol ou mesmo de um promoter, que faça de sua humilde pessoa -- uma celebridade de capa de revista nos próximos meses.
quarta-feira, janeiro 30, 2008
Imagem da Folia
A sorte está lançada! Pra quem gosta da folia é hora de pular, festejar e ser feliz. Pra quem gosta de paz é hora de descansar e pra quem gosta de torcer pela escola de samba do coração é hora de se alegrar e de sofrer até a hora da apuração. Excelente carnaval a todos.
Imagens da Arte
terça-feira, janeiro 29, 2008
Polêmicas do Carnaval

Fonte: O Dia na Folia


































